Paquistão explora mineração de Bitcoin com excedente de energia, mas ligação com metano de aterros não é confirmada
O Paquistão está avançando em duas frentes energéticas distintas: a captura de metano em aterros sanitários e o uso de excedente de eletricidade de usinas subutilizadas para a mineração de Bitcoin. Embora circulem rumores de que o país estaria minerando criptomoedas com energia de aterros, o Conselho de Cripto do Paquistão, liderado por Bilal Bin Saqib, esclareceu que os projetos são separados. O governo planeja destinar cerca de 2.000 MW de energia excedente de usinas a carvão para mineração de Bitcoin e centros de dados de IA. Paralelamente, projetos em aterros como o de Mehmood Booti, com investimento de cerca de 17,86 milhões de dólares, focam na geração de créditos de carbono e redução de emissões, sem integração atual com operações de criptoativos.
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