A regra mais antiga da corrida do ouro explica por que o rei da IA insiste que não há nada a temer
A crença de que a inteligência artificial não representa perigo é defendida por aqueles que lucram com a venda de ferramentas para o setor. A dinâmica é comparada à corrida do ouro de 1848, onde os maiores beneficiários eram os vendedores de pás.
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