Adoção de criptoativos e pobreza: existe uma correlação real?
A relação entre a adoção de criptomoedas e os índices de pobreza desafia intuições comuns. Embora se possa supor que a adoção seja maior onde há escassez financeira, dados do Census Bureau dos EUA mostram que o país, com renda mediana recorde e queda na pobreza, ocupa o segundo lugar global em adoção. Na América do Sul, como na Argentina, a adoção é impulsionada pela desvalorização da moeda nacional e pelo uso de stablecoins, e não apenas pela pobreza. Na França, apesar do aumento da taxa de pobreza para 15,4% em 2024, a adoção de ativos digitais permanece abaixo da média europeia, indicando que a pobreza não é o principal motor para o uso de criptoativos.
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