Cripto no Brasil: 300 plataformas para cerca de dez licenças
O mercado brasileiro de criptoativos enfrenta uma consolidação rigorosa. Desde 2 de fevereiro, o Banco Central do Brasil impôs exigências de capital e conformidade bancária aos prestadores de serviços de ativos virtuais (PSAV). Das cerca de 300 empresas, estima-se que apenas 20 a 25 consigam submeter processos viáveis, com cerca de dez obtendo a licença. Empresas como Bitnuvem, NovaDAX, Digitra e Coinext já encerraram ou reestruturaram serviços. As exigências incluem capital de até 37,2 milhões de reais, governança formalizada e segregação de ativos. O prazo para submissão dos processos encerra em 30 de outubro.
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